Adoro fotografias com muitos pormenores. Não aquelas confusas, cheias de ruído visual, cheias de elementos fortuitos que não ajudam a construir a imaginação de quem olha para a imagem.
Gosto daqueles pormenores que nos deixam a pensar, que fazem toda uma imagem, que ajudam a compor mil estórias, que fazem a cabeça virar, os olhos saltarem e o cêrebro avivar.
Gosto de algo raro actualmente. Não quero olhar e ver automáticamente, quero olhar, perguntar, pensar e finalmente, ver! Ver… sentir. Sentir, sonhar talvez… (peço desculpa por usurpar a poesia da última oração, mas não resisti. As minhas desculpas ao Grande Bardo).
















